Sob o meu olhar

Aqui neste blog, vocês poderão ver, ler e comentar a respeito do que escreverei. Por meio deste meu olhar sincero, tentarei colocar artigos e dar minha opinião sobre questões atuais como politica, problemas sociais, educação, meio ambiente, temas que tem agitado o mundo como um todo. Também escreverei poesias e colocarei poemas de grande poetas que me afloram a sensibilidade, colocarei citações e frases pequenas para momentos de reflexão.
É desta forma que vou expor a vocês o meu olhar voltado para o mundo.

31/05/2011

QUANDO EU MUDO, O MUNDO SE TRANSFORMA

Era uma vez... Uma lagarta envergonhada, que pelo chão se rastejava e todo mundo debochava: Que lagarta desengonçada, feia e maltratada! Ninguém, dela, gostava; as pessoas, ela assustava. Pobre Dona Lagarta... Muito triste ficou e sentindo-se desprezada, e um casulo se fechou... E assim... passaram-se os dias, ninguém, a sua falta, se...ntia, até que em belo cenário, enquanto o sol, a vida, aquecia e a rosa, o jardim, floria, em um galho pendurado, o casulo se abria... e uma linda borboleta, de asas bem coloridas, o casulo deixou, alegrando nossa vida... e, todos viram o milagre, que a natureza preparou. A feia e envergonhada lagarta, na borboleta se transformou. Já não era desengonçada, mas, linda e cheia de graça, e a todos superou; pois, não mais se rastejava, pelo contrário, voava... O céu, enfim, conquistou !!!

CIRURGIA DE LIPOASPIRAÇÃO ( HERBERT VIANA)

Pelo amor de Deus, eu não quero usar nada, nem ninguém, nem falar do que não sei, nem procurar culpados, nem acusar ou apontar pessoas, mas ninguém estar percebendo que toda essa busca insana pela estética ideal é muito menos limpo-as e muito mais piração?
Uma coisa é saúde outra é obsessão. O mundo pirou, enloqueceu. Hoje Deus é auto imagem, religião, é dieta. Fé, só na estética. Ritual é malhação.
Amor é cafona, sinceridade é careta, pudor é ridículo, sentimento é bobagem.
A gordura é pecado mortal. Ruga é contravenção. Roubar pode, envelhecer não. Estria é caso de polícia, celulite é falta de educação. Filho da Puta bem sucedido é exemplo de sucesso.
A máxima moderna é uma só: pagando bem, que mal tem?
A sociedade consumidora, a que tem dinheiro, a que produz, não pensa em mais nada além de imagem, estética, medida, beleza. Nada mais importa, não importa os sentimentos, não importa a cultura, a sabedoria, o relacionamento, a amizade, a ajuda, nada mais importa.
Não importa o outro, o coletivo. Jovens não tem mais fé, nem idealismo, nem posição politica. Adultos perdem o senso em busca da juventude fabricada.
Ok, eu também quero me sentir bem, quero caber nas roupas, quero ficar legal, quero caminhar, correr, viver muito, ter uma aparência legal, mas...
Uma sociedade de adolescentes anoréxicas e bulímicas, de jovens lipoaspirados, turbinados aos vinte anos não é natural. Não é, não pode ser. Que as pessoas discutam o assunto. Que alguém acorde. Que o mundo mude.

"cuide bem do seu amor, seja ele quem for".

SOBRE A VIDA

A vida é como jogar uma bola na parede:
se for jogada uma bola azul, ela voltará azul, se for jogada uma bola verde, ela voltará verde,
se a bola for jogada fraca, ela voltará fraca, se a bola for jogada com força, ela voltará com força.
Por isso, nunca "jogue uma bola na vida" de forma que você não esteja pronto a recebê-la.
A vida não dá nem empresta,
não se comove nem se apieda.
Tudo quanto ela faz é retribuir e transferir aquilo que não lhe oferecemos. Pense nisso!

LIBERTAÇÃO

Algo te prende? Aprende então a se desprender pra vida! Solte-se, largando o que 'te prende'!! Vê tuas mãos livres e teus pés soltos, para trilhar uma estrada nova, reconstruir uma novidade e ver que o Sol volta a brilhar !! Quanto ao medo, dá um susto nele !! Não se deixe aprisionar !!

A MULHER É MAIS MULHER AOS 30 ANOS



 Tome a mesma moça aos 20 e aos 30 anos. No segundo momento ela será umas sete ou oito vezes mais interessante, sedutora e irresistível do que no primeiro.


Ela perde o frescor juvenil, é verdade. Mas também o ar inseguro de quem ainda não sabe direito o que quer da vida, de si mesma e de um homem.

Não sustenta mais aquele ar ingênuo, uma característica sexy da mulher de 20. Só que isso é compensado por outros atributos encantadores de que se reveste a mulher de 30. Como se conhece melhor, ela é muito mais autêntica, centrada, certeira - no trato consigo mesma e com seu homem.

Aos 30, a mulher tem uma relação mais saudável com o próprio corpo e orgulho das suas carnes sinuosas, do seu cheiro cítrico. Não briga mais com nada disso. Na verdade, ela quer brigar o menos possível.

Está interessada em absorver do mundo o que lhe parecer justo e útil, ignorando o que for feio e baixo-astral. Quer é ser feliz. Se o seu homem não gostar dela do jeito que é, que vá procurar outra. Ela só quer quem a mereça.

Aos 30 anos, a mulher sabe se vestir. Domina a arte de valorizar os pontos fortes e disfarçar o que não interessa mostrar. Sabe escolher sapatos e acessórios, tecidos e decotes, maquiagem corte de cabelo. Gasta mais porque tem mais dinheiro. Mas,sobretudo, gasta melhor. E tem gestos mais delicados e elegantes. Aos 30, ela carrega um olhar muito mais matador quando interessa matar. E finge indiferença com mais competência quando interessa repelir.

Ela não é mais bobinha. Não que fique menos inconstante. Mulher que é mulher, se pudesse, não vestiria duas vezes a mesma roupa nem acordaria dois dias seguidos com o mesmo humor. Mas, aos 30, ela já sabe lidar melhor com esse aspecto peculiar da sua condição feminina. E poupa (exceto quando não quer) o seu homem desses altos e baixos hormonais que aos 20 a atingiam - e quem mais estivesse por perto -irremediavelmente.

Aos 20, a mulher tem espinhas. Aos 30, tem pintas, encantadoras trilhas de pintas, que só sabem mesmo onde terminam uns poucos e sortudos escolhidos.

Sim, aos 20 amulher é escolhida. Aos 30, é ela quem escolhe.

E não veste mais calcinhas que não lhe favorecem. Só usa lingeries com altíssimo poder de fogo.

Também aprende a se perfumar na dose certa, com a fragrância exata.

A mulher aos 30, mais do que aos 20, cheira bem, dá gosto de olhar, captura os sentidos, provoca fome.

Aos 30, ela é mais natural, sábia e serena. Menos ansiosa, menos estabanada. Até seus dentes parecem mais claros. Seus lábios, mais reluzentes. Sua saliva, mais potável. E o brilho da pele não é o da oleosidade dos 20 anos, mas pura luminosidade.

Aos 20, ela rói as unhas. Aos 30, constrói para si mãos plásticas e perfeitas. Ainda desenvolve um toque ao mesmo tempo firme e suave.

Ocorre algo parecido com os pés, que atingem uma exatidão estética insuperável. Acontece alguma coisa também com os cílios, o desenho das sobrancelhas, o jeito de olhar. Fica tudo mais glamouroso, mais sexualmente arguto.

Recado do Tiririca


                    Salário: R$ 26.700,00
Ajuda Custo: R$ 35.053,00
Auxilio Moradia: R$ 3.000,00
Auxilio Gabinete: R$ 60.000,00
Despesa Médica pessoal e familiar: ILIMITADA E
INTERNACIONAL  (livre escolha de medicos e clinicas).
Telefone Celular: R$ ILIMITADO.
Ainda como bônus anual: R$ (+ 2 salários = 53.400,00)
Passagens e estadia: primeira classe ou executiva sempre
Reuniões no exterior: dois congressos ou equivalente todo ano.
Mensalão: A COMBINAR !!!
Custo médio mensal: R$ 250.000,00

Aposentadoria: total depois de 8 (oito) anos e com pagamento integral.
Fonte de custeio: NOSSO BOLSO!!!

Dá para chamar uma pessoa dessa de palhaço?
Pense bem, quem é o palhaço!!
Nem é preciso dizer...

30/05/2011

O FASCÍNIO DE OLHAR

O olhar é uma curiosidade curiosa.
No mundo tudo parece estar voltado para o prazer do olhar, sedento em possuir todas as imagens.
O olhar devora as coisas, nada deixa fora de seu alcance.
Por estas razões, todos os mortais comportam-se sob o cuidado de não tropeçarem frente ao olhar alheio.
Não é a queda que nos incomoda, é o olhar do outro.
Desde cedo, queremos ver tudo.
Queremos ver o aparente e a essência das coisas.
Vivemos dessa tensão da realidade.
Contudo, somos decepcionados pela fragilidade da nossa percepção.
Não conseguimos ver tudo. O tudo e o todo nos escapam.
Por outro lado, a persistência do olhar permanece, pois o mundo nos entra por ele.
Como não satisfazemos todos os desejos, e nem seria possível saciá-los, o olhar
encaminha seu foco para outros mundos acessíveis.
Em uma sociedade como a nossa, mediática e sufocada pela poluição de imagens, nomeada de tantas maneiras, mas que poderia, também, ser chamada sociedade do olhar, a visão, enfadada pela  fixação compulsória de ícones e modelos de telerealidade, vê-se, de maneira abrupta, cerceada da sua fineza inerente.
O grotesco passa a ser o pano de fundo cultural do olhar.
Nesse sentido, a arte e o gosto estético são diluídos nos efêmeros produtos das fábricas de "sonhos".
Isso significa o roubo da capacidade de projetar na vida a dialogicidade do olhar, que, do mundo, extrai seus conteúdos e, depois, os retorna sob a perspectiva humana.
Derrubado de sua poética, de sua virtuosidade artística, o olhar é orientado para a
banalidade que se faz crer real.
Assim, os espetáculos de "realidade", despejados pelo mau gosto da indústria do entretenimento, atravessam, como uma espada, os olhos dos telespectadores.
E os olhos sangrados deixam de ver duplamente o que é invisível aos olhos, o essencial.
Um fato pouco notado nesse redimensionar do olhar, é o que acontece com o estatuto da condição humana.
Só admitimos observar e ver aquilo que acreditamos ser.
Se olhamos com gozo para algo, é porque nossa sensibilidade aceita ver-se no objeto visto, com altivez ou paridade.
O macabro e o horripilante afugentam o olhar.
O inumano cerra os olhos.
Mas os olhares mundiais parecem não achar horripilantes nem macabras algumas pessoas vigiadas,
experimentadas de maneira laboratorial entre quatro paredes. Muito ao contrário, regozijam-se
com o zoológico.
Com "sutileza" o mundo da mídia deram início a novos formatos da condição humana.
Quem poderia imaginar, algum dia, um zoológico humano? Pois é isso o que acontece agora.
Pessoas vigiadas por câmeras, vinte e quatro horas por dia, sinalizam os parâmetros de como
nos percebemos como pessoas e de como nos deixamos manipular pelos sistemas
mercadológicos, que estabelecem a prisão dos pretensos livres que pensam ver aprisionados,
mas são monitorados, pegos pela subjetividade "emancipada" na modernidade.
Vista com mais rigor, essa experiência do olhar, e o seu humano estabelecido, é o
rescaldo de idéias que permanecem no inconsciente coletivo de quem detém o poder de
trabalhar os bens de natureza simbólica.
Todas as vivências totalitárias passadas refletiram, a partir de "castas elevadíssimas", seres de categorias inferiores, manipuláveis e domesticáveis.
Nossa diferença, em relação ao passado, é que nos aceitamos todos sujeitos a estarmos, um
dia desses, nas grades dos olhos eletrônicos.
Damos consentimento fácil aos que querem transformar nossas consciências através das lisonjas da fama.
Deixamos o humano ser reduzido à fictícia realidade do zoológico, sem percebermos a armadilha de um dia sermos devorados pela falta de "humanos demasiados humanos".