Sob o meu olhar

Aqui neste blog, vocês poderão ver, ler e comentar a respeito do que escreverei. Por meio deste meu olhar sincero, tentarei colocar artigos e dar minha opinião sobre questões atuais como politica, problemas sociais, educação, meio ambiente, temas que tem agitado o mundo como um todo. Também escreverei poesias e colocarei poemas de grande poetas que me afloram a sensibilidade, colocarei citações e frases pequenas para momentos de reflexão.
É desta forma que vou expor a vocês o meu olhar voltado para o mundo.

11/06/2011

A Vida

A vida é beleza, admira-a.
A vida é beatificação, saborei-a.
A vida é sonho, torna-o realidade.
A vida é um desafio, enfrenta-o.
A vida é um dever, cumpre-o.
A vida é um jogo, joga-o.
A vida é preciosa, cuida-a.
A vida é riqueza, conserva-a.
A vida é amor, goza-a.
A vida é um mistério, desvela-o.
A vida é promessa, cumpre-a.
A vida é tristeza, supera-a.
A vida é um hino, canta-o.
A vida é um combate, aceita-o.
A vida é tragédia, domina-a.
A vida é aventura, afronta-a.
A vida é felicidade, merece-a.
A vida é a VIDA, defende-a.

10/06/2011

Apenas um Detalhe

Ver
A vida,
As pessoas,
As formas,
É um detalhe.

Mas....

Viver
De bem com a vida,
Amando as pessoas,
De todas as formas,
É um detalhe que faz toda a diferença.

DE QUEM É A CULPA DO LIXO JOGADO NO CHÃO?

Esse assunto é velho, mais velho que seus pais e até o momento passado (cada vez menos) de geração em geração desde que se descobriu que a Peste Negra foi causada pelas condições de higiene péssimas durante a idade média. E não falo do hábito de tomar banho, mas se tratar o lixo.

Não precisa de valores gráficos ou números para perceber que a cada dia que passa produzimos mais e mais lixo, e existe todo um problema em sua armazenagem ainda mais em um país que não investe como deveria em tecnologias de reciclagem, mas mesmo se tratando do lixo, o assunto é ainda mais profundo.

Refere-se ao péssimo hábito de nossa população em sujar as ruas. Um hábito que até anos atrás era pouco disseminado mas que atualmente atinge proporções quando não avassaladoras, se torna ridículo.

Eu acredito que as iniciativas propostas por uma amiga (apoio de empresas, ambulantes, cartazes, etc..), seriam válidas se realmente o povo brasileiro tivesse o mínimo de educação.
Para mim não adianta fazer qualquer tipo de iniciativa por parte das empresas , pedir ajuda as ambulantes nas praias, etc...
O que realmente falta a este povo, e que povo teimoso! é conscientização de cidadania, respeito ao meio ambiente e principalmente ter consciência e responsabilidade pelo lugar onde vive.
Não adianta 5% fazer o certo se 95% pouco está preocupado com o lugar onde mora, com o vizinho, com a dengue, com a sujeira das ruas por onde transita.
O pensamento é "por que me preocupar em manter a limpeza se o do lado não está nem aí para problema".
Acho que cada um tem que fazer a parte que lhe cabe neste planeta senão o resultado será desastroso.

Para falar a verdade, se o povo brasileiro fosse tão bom no voto quanto para sujar, seríamos o melhor país do mundo com os melhores políticos.

Estação das Perdas

Há horas em nossa vida que somos tomados por
uma enorme sensação de inutilidade, de vazio...
Questionamos o porquê de nossa existência e
nada parece fazer sentido.
Concentramos nossa atenção no lado mais cruel
da vida, aquele que é implacável e a todos afeta
indistintamente: As perdas do ser humano.


Ao nascer, perdemos o aconchego ,
a segurança e a proteção do útero.
Estamos, a partir de então, por nossa conta.
Sozinhos.
Começamos a vida em perda e nela continuamos.
Paradoxalmente, no momento em que perdemos algo,
outras possibilidades nos surgem.
Ao perdermos o aconchego do útero,
ganhamos os braços do mundo.
Ele nos acolhe: nos encanta e nos assusta,
nos eleva e nos destrói...
E continuamos a perder...e seguimos a ganhar.
Perdemos primeiro a inocência da infância.
A confiança absoluta na mão que segura nossa mão,
a coragem de andar na bicicleta sem rodinhas
por que alguém ao nosso lado nos assegura
que não nos deixará cair...
E ao perdê-la, adquirimos a capacidade de questionar.
Por que? Perguntamos a todos e de tudo...
Abrimos portas para um novo mundo e fechamos janelas,
irremediavelmente deixadas para trás...

Estamos crescendo. Nascer, crescer, adolescer, amadurecer, envelhecer, morrer, renascer (?).....

Vamos perdendo aos poucos alguns
direitos e conquistando outros.
Perdemos o direito de poder chorar bem
alto, aos gritos mesmo, quando algo
nos é tomado contra a vontade.
Perdemos o direito de dizer absolutamente
tudo que nos passa pela cabeça sem
medo de causar melindres.
Assim, se nossa tia às vezes nos parece gorda
tememos dizer-lhe isso.

Receamos dar risadas escandalosamente da
bermuda ridícula do vizinho ou puxar as
pelancas do braço da vovó com a
maior naturalidade do mundo e ainda
falar bem alto sobre o assunto.
Estamos crescidos e nos ensinam que não
devemos ser tão sinceros.
E aprendemos..
E vamos adolescendo...
ganhamos peso,
ganhamos, seios,
ganhamos pelos,
ganhamos altura....
ganhamos o mundo.
Neste ponto, vivemos em grande conflito.
O mundo todo nos parece inadequado
aos nossos sonhos...
ah! os sonhos!!!
Ganhamos muitos sonhos. Sonhamos dormindo, sonhamos acordados, sonhamos o tempo todo.

Aí de repente, caímos na real!
Estamos amadurecendo...todos nos admiram.
Tornamo-nos equilibrados, contidos, ponderados.
Perdemos a espontaneidade.
Passamos a utilizar o raciocínio, a razão acima de tudo.
Mas não é justamente essa a condição que nos coloca acima (?) dos outros animais?
A racionalidade, a capacidade de organizar nossas ações de modo lógico e racionalmente planejado? (???)

E continuamos amadurecendo....
ganhamos um carro novo, um companheiro, ganhamos um diploma.
E desgraçadamente perdemos o direito de gargalhar,
de andar descalço, tomar banho de chuva,
lamber os dedos e soltar pum sem querer...
Mas perdemos peso!!!
Já não pulamos mais no pescoço de quem amamos
e nem conseguimos dar neles aquele beijo estalado...
mas apertamos as mãos de todos,
ganhamos novos amigos, ganhamos um bom salário, ganhamos reconhecimento, honrarias, títulos honorários e a chave da cidade...
E assim, vamos ganhando tempo....
enquanto envelhecemos.

De repente percebemos que ganhamos algumas rugas,
algumas dores nas costas (ou nas pernas),
ganhamos celulite, estrias, ganhamos peso...
e perdemos cabelos.
Nos damos conta que perdemos
também o brilho no olhar,
esquecemos os nossos sonhos, deixamos de sorrir...
Perdemos a esperança.
Estamos envelhecendo.

Não podemos deixar pra fazer algo
quando estivermos morrendo...
Afinal, quem nos garante que haverá mesmo
um renascer, exceto aquele que se faz em vida,
pelo perdão a si próprio, pelo compreender que
as perdas fazem parte, mas que apesar delas,
o sol continua brilhando e felizmente
chove de vez em quando,
que a primavera sempre chega após o inverno,
que necessita do outono que o antecede...

Que a gente cresça e não envelheça simplesmente...
Que tenhamos dores nas costas e alguém que as massageie...
Que tenhamos rugas e boas lembranças...
Que tenhamos juízo mas mantenhamos o bom humor
e um pouco de ousadia...
Que sejamos racionais, mas lutemos por nossos sonhos...
E, principalmente, que não digamos apenas eu te amo,
mas ajamos de modo que aqueles à quem amamos,
sintam-se amados mais do que saibam-se amados.

Afinal, o que é o tempo?

09/06/2011

Profundidades do Subconsciente

Profundidades do inerente subconsciente
Emerger dos pensamentos internos… 
Entre os espaços vazios consistentes. 

Os eventos do furacão ocorrem,
Travamento sensorial dos estímulos…
Galope de aparecimento das sensações relacionadas. 

Através dos céus da opinião, 
Arrastando as paixões inertes…
Transformando os em meras ilusões. 

Dissecando os pensamentos, 
Zénite que conserva a alma… 
Retornando a ternura de seus sentimentos. 

É a ânsia inata, 
Você sai sem tentar…
No alvorecer delicado e vazio.

Sonho Errante

Os mistérios noturnos convergem sem canções 
Nostalgia surda expectante…
Persuadida pelas ilusões taciturnas. 

Fragmentos chuvosos vazios da névoa,
Promessas do céu… 
Esperando girar para diante. 

Perdida completamente entre as estrelas
Poetizei segredo dos cativos… 
E de paixões os arrastando. 

Épocas profundamente confidenciais
Extravagante para meu coração… 
Envolvida no orvalho das almas prisioneiras. 

Os sonhos teimosos emergem 
Vagando em meu espírito diáfano… 
Galopando com meus sentimentos sensíveis e constantes.

Sonho Sonhado

Tenho um sonho sonhado.
Guardado dentro de mim.
Perdido no tempo vago.
Esquecido no meu jardim.

Sei que palavras o vento leva.

Às vezes para longe de mim.
Por isso meu sonho sonhado.
Continua guardado em mim.


Meu sonho sonhado na infância.
O tempo o transformou.
Fez do meu sonho sonhado.
Algo libertador.


Mesmo sem um sorriso nos lábios.
Continuo um sonhador.
Deste meu sonho sonhado.
Pela Paz, Liberdade e Amor.